sábado, 15 de outubro de 2011

Educação, a única arma contra a corrupção.

Olá, pessoal!

Há aproximadamente uns três meses tenho sofrido diariamente com o trânsito carioca, vítima das obras para os jogos olímpicos e Copa do Mundo. Não que o trânsito na Cidade Maravilhosa seja lá essas grandes maravilhas, mas a coisa realmente piorou bruscamente.

O sofrimento, porém, não vem do tempo perdido, mas do inferno instalado. Os "espertos" de plantão fecham cruzamentos, furam sinais vermelhos, aceleram pela contra-mão e executam todo e qualquer tipo de barbaridade sob os olhos cegos do Estado.

Em meu trajeto, só vejo um fiscal de trânsito tomando conta de um sinal de pedestres que todo mundo sempre respeitou. O fiscal seria MUITO mais útil organizando os cruzamentos na rua anterior. Um pequeno trajeto de menos de 2 km que percorremos em absurdos quarenta minutos, devido ao caos citado.

Nessa semana, na última quinta-feira para ser mais exato, desabafei no Twitter: "Olhem para o trânsito sem fiscalização e sem educação. Vejam essa batalha suja. Vocês acham mesmo que a corrupção se concentra em Brasília?". E ainda escrevi: "Não organizem marchas, eduquem seus filhos". Em alusão à Marcha Contra a Corrupção.

Na mesma hora pensei em escrever mais sobre isso no blog, mas por coicidência vi duas charges hoje no Facebook que já mostram tudo o que gostaria de dizer.



Sem mais.

Grande abraço a todos,

Filipe.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Rock in Rio - Eu fui novamente

Olá, pessoal!

Entre os dias 23/9 e 3/10, o Rio de Janeiro viveu, após dez anos de espera, a quarta edição do que é considerado o maior evento de música do mundo, o Rock in Rio.

Ainda sob a sombra das duas primeiras edições, em que o rock dominava o line up, a quarta edição, da mesma forma que a terceira, começou sob a desconfiança do público mais conservador, devido à enorme mistura de estilos e tendências.

Diferente das outras edições, a mistura de estilos acabou sendo bem recebida pelas milhares de pessoas que frequentaram os sete dias de festival.

Minha história com o Rock in Rio começou em 1985, quando ainda com 8 anos de idade, assistia frustrado pela televisão aos shows do Queen, Scorpions e Iron Maiden, entre outros. Certamente foi um divisor de águas em minha vida. O grande responsável pela minha paixão por rock e heavy metal.

Aos 14 anos, tive contato com meu primeiro show internacional, Faith No More, no dia 20 de janeiro de 1991, durante a segunda edição do festival. Nesse dia, assisti maravilhado aos shows de Hanói Hanói (que tocou sob o grito uníssono do público de "Barão", banda que havia desistido do festival por problemas com os produtores), Titãs, Faith No More, Billy Idol e Guns and Roses. Essa última, minha banda preferida na época. Preferida durante pouco tempo, diga-se de passagem, pois logo o Iron Maiden tomaria esse lugar.

Em 2001, já com alguma experiência de shows e bagagem de rock no currículo, fui a dois dias da terceira edição. No dia 19 de janeiro, Queens of the Stone Ages, Sepultura, Rob Halford e Iron Maiden fizeram a antiga Cidade do Rock tremer. E no dia 23 de janeiro, Red Hot Chili Peppers, entre outras atrações "menores", deu um show correto, porém frio. Coisa estranha para uma das bandas mais quentes e animadas de minha juventude. A banda havia trocado a pegada funk de Blood Sugar Sex Magik pelo radiofônico rock alternativo com algum groove de Californication.

Após edições em Portugal e Espanha, o bom filho a casa tornou. E com sucesso. A marca se tornou tão forte que os ingressos para todos os dias se esgotaram rapidamente, mesmo sem todas as atrações confirmadas. E dessa vez fui a três dias de festival e assisti aos outros quatro pela televisão.

Apesar de não ter sido o rock a forte marca desta quarta edição, a maioria dos shows agradou ao grande público. Fui nos dias 25/9, 29/9 e 1/10.

Considerado pela maioria como o verdadeiro Dia de Rock, o dia 25/9 veio com o line up recheado de muito heavy metal. O palco Sunset veio com as nacionais Matanza, Korzus, Angra e Sepultura. Assisti apenas às duas últimas.

O show do Angra, com participação especial da ex-Nightwish Tarja Turunen, foi prejudicado por problemas no PA. Já o do Sepultura, com a partipação do grupo francês Tambours du Bronx,  que aconteceu com o som equalizado, não engrenou, pois insistiu nas longas batucadas dos franceses, em detrimento aos clássicos dos brasileiros.

No palco principal, não assisti aos shows do Gloria e do Coheed and Cambria, porém Motörhead, Slipknot e Metallica já me valeram o festival. Os veteranos liderados pelo baixista e vocalista Lemmy Kilmister fizeram um show vibrante com uma grande sequência de clássicos que deixou a rapaziada com sangue nos olhos.

Os mascarados do Slipknot foram a grande surpresa da noite. Pelo menos para mim. Assumo que fui para a Cidade do Rock com o nariz meio torcido para o grupo, porém o show foi absurdamente empolgante! Brutal!

E o Metallica? Bem, como não canso de dizer, depois do Rush, é pra mim a melhor banda no palco. Impressionante o profissionalismo e a energia do grupo! Os fãs sairam enlouquecidos! Setlist cheio de clássicos! Incrível!

Na quinta-feira, 29/9, retornei à Cidade do Rock por dois motivos, Jamiroquai e Stevie Wonder. Deixo em aberto aqui as outras atrações, pois não me disseram muita coisa. Já a dobradinha de headliners mais uma vez valeu o meu ingresso! Dancei muito com Jamiroquai! E me emocionei o tempo todo com Stevie Wonder. Lenda!

Já no sábado, 1/10, a coisa foi diferente. Não era fã de nenhuma das atrações, apesar da curiosidade no show do Coldplay. Parti cedo para a Cidade do Rock tentar ingresso, porém a grande procura elevou os preços ao absurdo de R$400,00 no mínimo. Desisti de entrar por volta do show do Frejat, quando resolvi assistir do lado de fora da grade, em frente ao Rio Centro. No intervalo entre Maná e Marron 5, o incrível aconteceu: um casal por volta de seus 50 anos resolveu dar um par de ingressos para mim e minha acompanhante. Prova do meu carisma?! =P

Com ingresso em mãos, vimos os shows de Marron 5 e Coldplay já do lado de dentro. Não curti o primeiro, apesar do show animado. Já o Coldplay deu um show arrastado, porém bonito e correto. Em todos os sentidos. Subiu no meu conceito.

Fora os shows que fui, curti alguns outros pela televisão. Arrependi-me de não ter visto Sir Elton John, que me fez chorar em Rocket Man I Guess That's Why They Call It The Blues, vibrei com o show do System of a Down, nem tanto com o Red Hot Chili Peppers e perdi o sono com o rebolado da Shakira. Os Guns and Roses? Bem, viraram cover de si mesmos e nem de longe me lembram a banda que assisti em 1991.

Enfim, que venha 2013 e que a gente não pare mais de cantar...

Grande abraço a todos,

Filipe.




sábado, 17 de setembro de 2011

Anthrax - Worship Music

Olá, pessoal!

No dia 13 de setembro, a veterana banda de thrash metal Anthrax lançou seu novo trabalho de inéditas, Worship Music.


O trabalho já prometia, pois a banda vem animada com o retorno do vocalista Joey Belladonna e com os shows ao lado de Megadeth, Slayer e Metallica, o conhecido Big Four do thrash metal.

Além disso, duas boas e pesadas músicas já haviam sido disponibilizadas para audição antes do lançamento oficial: Fight 'em 'til You Can't e The Devil You Know.

O disco começa com uma pequena introdução instrumental chamada Worship. Sem melodia ou riffs, Worship é simplesmente um emaranhado de estranhos sons preparando o ouvinte para a faixa de abertura Earth and Hell. Aliás, ótima faixa de abertura. Melódica e violenta, nos trás o velho e bom Anthrax fazendo novamente thrash metal.

A sequência fica por conta do hit The Devil You Know citado acima. Assim como a faixa de abertura, é violenta e melódica, porém com mais cara de música radiofônica. Se em nosso país, heavy metal fosse música de rádio, obviamente.

Escutei Fight 'em 'til You Can't no dia em que a música foi liberada para audição no Youtube. Foi a responsável por minha ansiedade com o lançamento do álbum. Tema rápido, refrão feroz, backing vocals inspirados e banda afinada! Brutal! Excelente!

I'm Alive vem em sequência. Menos acelerada e ainda mais melódica, trás um pouco do heavy metal dos anos 80. Aliás, o veterano Joey Belladonna, que possuia a voz aguda, está com a voz grave e forte de seu ídolo Ronnie James Dio.

Outra pequena instrumental, Hymn 1, faz introdução para In The End. Pesada, porém arrastada, In The End é outra boa música do álbum. Possui energia, apesar de não ser uma música veloz.

The Giant vem em sequência e possui uma das melhores linhas melódicas até então. Mais uma faixa acelerada e inspirada! Vocais e backing vocals duelando com energia no tema e contraponteando com beleza no refrão. Aliás, marca registrada da banda.

Hymn 2, outra pequena instrumental, é a introdução de Judas Priest. Faixa em homenagem à lendária banda de heavy metal. A letra cita a obra do Judas e a música lembar o heavy metal tradicional da banda do lendário Rob Halford.

Crawl trás a banda de volta às sementes plantadas pelo ex-vocalista John Bush na banda. Heavy metal com influência de grunge, harcore e groove metal. Aliás, Worship Music é a volta do Anthrax ao thrash metal, porém com sonoridade moderna e pitadas de groove. Apesar de boa parte dos fãs terem torcido o nariz para a banda nesta época, assumo que adoro todos os trabalhos com John Bush nos vocais. Tanto quanto os com Belladona.

The Constant é a música que mais lembra o Anthrax clássico dos álbuns Spreading the Disease ou State of Euphoria. Muito boa música!

A parte principal do álbum, sem o bônus, se encerra com Revolution Screams. Essa foi paixão a primeira audição. Dinâmica do início ao fim, modula thrash, groove, melodia e agressão. Novamente os backing vocals dão o brilho certo! Excelente!

Após uma pausa de cinco minutos, a faixa bônus New Noise, cover da banda sueca Refused, vem de surpresa! Harcore com cara de Anthrax pra encerrar com tudo!

Enfim, comprem e ouçam! Grande álbum!

Grande abraços a todos e "ANTHRAX IS BACK, MAN!"

Filipe.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Stan Lee de Kevin Smith

Olá, pessoal!

Os que me conhecem ou seguem no Twitter sabem que nunca fui muito de curtir televisão ou cinema. O primeiro por não gostar mesmo e o segundo por preguiça. Minhas paixões sempre foram música e literatura. Quadrinhos? Bem, quando mais novo, cheguei a me interessar sobre alguma coisa da Marvel e da DC Comics, porém hoje em dia curto mesmo Asterix ou Tintim. E dou algumas risadas com Calvin e Hangar.

Mas vamos ao que interessa! Neste quarta-feira, feriado de 7 de setembro, resolvi dar uma olhada na TV e descobri um documentário bem interessante: Stan Lee: Mutantes, Monstros e Quadrinhos do diretor Kevin Smith.

Stan Lee, para os que não conhecem, é o nome mais importante do universo HQ. Criador de personagens como o Homem-Aranha, o Incrível Hilk, o Homem de Ferro, o Quarteto Fantástico, o Demolidor e os X-Men, Stan Lee é antes de tudo "uma figuraça".

Lançado em 2002, o filme nada mais é do que uma entrevista dada por Lee ao cineasta Kevin Smith. Como falei, apesar de não ser apaixonado nem por heróis, nem por cinema, o filme vale a pena, simplesmente pelo fato de Stan Lee ser um tagarela genial.


O velho, simpático e querido como poucos, parece a todo momento ter feito de sua vida um enredo planejado. Engraçado e inteligente, Stan Lee se avalia sob críticas e elogios com a naturalidade de quem avalia o trabalho de terceiros.

Enfim, recomendo aos fãs de HQ ou simplesmente aos que se interessam por grandes personagens do entretenimento e da cultura.


Grande abraço a todos e "Excelsior!",

Filipe.

sábado, 3 de setembro de 2011

Dream Theater - A Dramatic Turn Of Events

Olá, pessoal!

Com data prevista de lançamento para 13 de setembro, já vazou na rede o novo trabalho da banda de progressive metal Dream Theater. A Dramatic Turn Of Events é um disco com nove músicas e pouco mais de 77 minutos. Deixando para trás os timbres sombrios do último Black Clouds & Silver Linings, o atual trabalho tem a sonoridade mais limpa e suave de álbuns como Octavarium, por exemplo. É também o primeiro disco da banda com o recém-chegado baterista Mike Mangini.

 
On The Back Of Angels é primeiro single do álbum e foi disponibilizada pela Roadrunner para audição no Youtube antes do lançamento do álbum. Começa com uma introdução bonita, épica. De cara, já podemos perceber que o estreante baterista Mike Mangini substituiu com maestria o lugar antes ocupado pelo virtuoso e carismático Mike Portnoy. A melodia é interessante e o refrão longo e melódico. Como na maioria das canções da banda, cozinha torta e muita técnica.

Build Me Up, Break Me Down vem em seguida com uma proposta mais simples. Refrão mais fácil, guitarra e baixo mais pesados, bateria menos torta.

Lost No Forgotten é outra boa música. Também pesada e forte.Os temas variam de forma dinâmica. Menos melódica e mais violenta. Tem boas passagens instrumentais. Detalhe para os bons solos do guitarrista John Petrucci.

This Is The Life começa com um bonito tema de piano e voz. É uma balada interessante que cresce do meio para o fim da música.

Bridges In The Sky é outra longa canção com outro bom refrão. Os temas também dinâmicos e melódicos são os mais bonitos até então do início do álbum. Detalhe para o solo de Hammond de Rudess.

Outcry, assim como a anterior, possui mais de 11 minutos. Aliás, A Dramatic Turn Of Events é um álbum de longas canções. As dificílimas passagens intrumentais, verdadeiros exercícios de tempo, sobram em Outcry. Boas melodias também.

Far From Heaven é outra balada ao piano. Pequena, simples e bela.

Breaking All Illusions é, com seus mais de 12 minutos, a maior música do disco. Trocas de compassos, temas acelerados e melódicos solos de guitarra se alternam nos espaços entre as várias passagens. Possivelmente, a faixa mais inspirada de todo o álbum.

O encerramento fica por conta da bela Beneath The Surface, uma balada de cordas e vocais com orquestração e um pequeno e interessante solo de moog.

Enfim, é um álbum correto, com grandes momentos, porém nenhuma grande obra-prima da banda nova-iorquina. Pelo menos, ainda não durante essas minhas primeiras audições.

Grande abraço a todos,

Filipe.

sábado, 20 de agosto de 2011

Enchendo linguiça: as eras do LP e do CD

Olá, pessoal!

A ideia desse texto foi me dada pelo amigo Fábio Trovão há algumas semanas atrás, mas só agora tive tempo e paciência para escrever.

Conversávamos sobre a diferença da criatividade musical nas eras do vinil e do CD. A faísca da discussão foi o aumento do espaço de tempo e a pressão das gravadoras por uma obra com mais faixas por disco.

Historicamente, antes do LP, temos três momentos marcantes no processo de gravação e armazenagem de áudio. Em 1877, Thomas Edson inventa o fonógrafo ao tentar gravar mensagens telefônicas; em 1925, os discos passam a ser "elétricos" com microfone para gravar e alto-falantes para tocar; em 1948, a Ampex introduz as fitas magnéticas de gravação editáveis no mercado.

Mas foi com a reedição de 10 para 12 polegadas em 33 1/3 rotações por minutos do álbum "In The Wee Small Hours" do mito Frank Sinatra que iniciamos então a era do LP.

A verdade é que mesmo se chamando Longplay (LP), os álbuns entre as décadas de 1950 e 1980 tinham, em sua maioria, não mais do que 40 minutos de duração. Se dividirmos esse tempo por três ou quatro, teremos um disco com aproximadamente 10 ou 12 canções. Aumentando o tempo das canções para cinco ou seis minutos - fato comum nos clássicos do jazz e rock destas décadas - ficamos com um álbum entre seis ou oito músicas.

Mas aonde estou querendo chegar? Simples, peguem os álbuns de qualquer artista que tenha sobrevivido às duas eras, e perceberá claramente que os primeiros álbuns desse mesmo artista são quase sempre melhores. Por quê? Dificilmente lançavam músicas para preencher álbum. Para "encher linguiça".

Quase todo lampejo de criatividade era aproveitada e os discos eram cheios de hits e genialidades.

Na era do CD, isso mudou de figura. Quantos álbuns lançados nas décadas de 1990 e 2000 podem ser descritos como geniais? Quantos deles soam de bons a excelentes da primeira à última canção?

Obviamente que gosto é gosto, e eu apenas expressei a minha opinião. Afinal o blog é meu e não seu! Mas sinta-se a vontade para comentar!

Grande abraço a todos,

Filipe.




sábado, 6 de agosto de 2011

Minha meta: 1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer

Olá, pessoal!

Há umas três semanas mais ou menos, comprei o livro 1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer. Já havia folheado na livraria algumas vezes, mas como encontrei por um preço super camarada, resolvi fazer peso em minha mini-biblioteca.


A intenção desse texto não é fazer uma resenha sobre o livro, pois este tem um título bastante auto-explicativo. Minha intenção foi anunciar que comecei o divertido projeto pessoal de ouvir todos os 1001 álbuns recomendados pelos autores da obra.

Como já ouvi uma boa parte do material indicado, como os álbuns de Rush, Iron Maiden, Van Halen, Sepultura e Metallica, entre outros, espero finalizar a brincadeira em aproximadamente um ano, mantendo a média de dois discos ouvidos por dia.

Como comentou meu amigo Renato Faccini, o Bulhões, no Facebook: "Tem um monte de disco ali que é pra morrer antes de ouvir".  Assumo que concordo com o figura, mas de qualquer forma acho que será divertido para esse eterno batedor de cabeça, curtiu um pouco de jazz, country, pop e eletrônico, entre outros. Nem só de Metal vive o homem!

Para quem não conhece, o site http://www.1001discos.com.br/ lista todos eles. Copiando e colando no Google, facilmente se encontra outros sites com o álbum para download. Não que eu faça isso, seu delegado!
Minha ideia é futuramente escrever resenhas sobre os discos que mais fizerem minha cabeça.

Enfim, a brincadeira começou hoje com In The Wee Small Hours de Frank Sinatra e seguiu com o primeiro Elvis Presley. 

Alguém me acompanha?

Grande abraço a todos e "é a união entre o consumidor e a arte que cria e completa a arte".

Filipe.