terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Van Halen - A Different Kind Of Truth

Olá, pessoal!

Há algumas semanas, os boatos se tornaram realidade: a clássica banda americana de hard rock Van Halen lançou, após 14 anos, novo disco de inéditas. O álbum marca o retorno do vocalista original, o figuraça David Lee Roth.

Tattoo, a faixa de abertura e primeiro single do álbum, já dá o tom deste novo trabalho: Van Halen com cara de Van Halen. Bom humor, melodia pra cima, a voz de gigolô de David, backing vocals marcantes, o som clássico da bateria de Alex e a mágica guitarra de Eddie.

She's The Woman vem em seguida com a mesma pegada clássica. Refrão que pega rápido.

You and Your Blues é outra faixa ótima. Tema arrastado com a guitarra marcando. Ponte e pré-refrão lindos. Refrão forte. Solo de guitarra com a marca do mestre.

China Town é outra boa canção. Acelerada e com bom refrão. Os riffs lembram o clássico Van Halen de Women and Children First de 1980. A introdução da música trás o gênio Eddie em velha forma.

Blood and Fire é outra muito boa. Lembra as canções menos debochadas e mais melódicas do primeiro álbum da banda. Refrão gritado. Excelente solo de guitarra.

Bullethead é outra canção acelerada com a marca Van Halen. Boa faixa.

As Is é outra ótima música. Com melodia rápida, recortada e gritada, lembra as canções de Van Halen II de 1979.

Honeybabysweetiedoll é outra canção pesada que trás um pouco da marca do Van Halen da era Sammy Hagar.

The Trouble With Never vem com o melhor riff do álbum e com melodia pra cima. O refrão também é bem marcante. Nota-se claramente o bom trabalho do novato baixista Wolfgang Van Halen que tem duas difíceis tarefas: substituir o querido Michael Anthony no coração dos fãs e carregar o nome do papai Eddie.


Outta Space é outro hard rock com pegada forte. Muito boa.

Stay Frost alterna um divertido country com um animado hard rock. Outra marca da banda.

Big River é um hard rock simples, direto, porém muito bacana e marcante. Outro bom solo com a cara de Eddie.

A música de encerramento é Beats Workin' que repete a fórmula da canção anterior com simplicidade e refrão marcante. Se não chega a fechar o álbum com brilho,  também está longe de fazer feio.

Enfim, A Different Kind Of Truth é o Van Halen repetindo velhas fórmulas, mas de forma correta e inspirada. Formidável.

"So very autobiographic".

Grande abraço a todos,

Filipe.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Uxmal Malbec 2010

Olá, pessoal!

Provei recentemente um vinho que, se não chega a ser especial, não faz feio em ocasiões como jantares com amigos, negócios ou simplesmente no dia-a-dia. Falo do Uxmal Malbec 2010, pertencente à argentina Bodega Uxmal.



É um vinho saboroso, macio e interessante, com bom final e complexidade.

Produzindo na região do Mendonza, é maturado parte em carvalho francês, parte em americano, possui 13,5% de teor alcóolico e deve ser servido entre 16 e 18ºC.

O que mais chama atenção é seu preço médio na casa dos R$25,00. Excelente preço para um vinho tão elegante.

Recomendo.

Grande abraço a todos e saúde.

Filipe.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

RUSH - Time Machine 2011

Olá, pessoal!

Por falta de tempo e inspiração - muito trabalho, muitos programas pessoais e poucas novidades interessantes no meio musical e cultural - estive afastado do blog desde meados de dezembro. Recentemente, porém, comprei um DVD lançado ano passado que foi um dos melhores presentes que me dei neste início de 2012 e que me fez querer tirar um momento para escrever: Rush - Time Machine 2011 - Live in Cleveland.

Bem, quem me conhece, seja pessoalmente seja virtualmente, sabe de minha paixão pelo power trio canadense. Sendo assim, me desculpem se este texto soar pessoal demais.

Uma observação importante: a turnê que deu nome ao DVD, passou no Rio de Janeiro em 10/10/2010 e, só não gerou uma publicação neste blog, pois só o criei em janeiro de 2011.

O show se inicia com um divertido video sobre uma invenção genial que criaria talentos musicais com viagens musicais nos estilos e épocas. Uma espécie de máquina do tempo. Versões diversas e engraçadas de The Spirit of Radio preparam o público para receber a banda com a citada canção como abertura. E que abertura! Logo de cara, o trio mostra para o que veio.

De forma inusitada, a banda dá logo uma diminuída no ritmo e vem com uma sequência menos vibrante, porém não menos emocionante. Time Stand Still e Presto são suaves porém fortemente bem recebidas pelo público.

Poucas são os monstros do rock que não vivem de passado, lançando sempre grandes álbuns durante o decorrer da carreira. O Rush, assim como Iron Maiden e Metallica, é uma dessas bandas. E a sequência Stick It Out - que injetou novamente adrenalina no show -, Workin' Them Angels, Leave That Thing Alone, Faithless e BU2B - esta última do ainda não lançado Clockwork Angels - prova isso claramente.

Mesmo com a excelente aceitação das músicas lançadas da década de 1990 para cá, nada como uma sequência de clássicos para esquentar o público de vez. Freewill, Marathon e Subdivisions foram as responsáveis por fechar incrivelmente o primeiro set do show.

Um outro vídeo engraçado prepara o público para o mais aguardado momento da noite: a obra-prima MOVING PICTURES sendo reproduzida ao vivo na íntegra. Inenarrável, indescritível, indizível, extraordinário!

Com o público sem fôlego, em transe, após os últimos acordes de Vital Signs, a banda retorna com Caravan, outra boa canção do ainda não lançado Clockwork Angels.

O tradicional solo do Professor Neil Peart não poderia faltar. Dessa vez intitulado Moto Perpetuo, mostra-se a cada dia mais técnico e mais experimental.

Alex Lifeson com um curto e bonito solo de violão de 12 cordas chamado O'Malley's Break dá a introdução para o clássico Closer To The Heart. Grande momento.

Overture e Temple Of Syrinx, as duas primeiras partes de 2112, mais uma vez não ficam de fora do setlist. E Far Cry fecha o segundo set com energia.

Com uma pequena versão galhofa de La Villa Strangiato, em alusão aos vídeos engraçados, logo convertida na versão real da música, a banda retorna para o bis.

E por falar em versão, Working Man nas versões reggae e natural encerram o espetáculo. Sensacional!

Fora o grande show, vale comentar o excelente trabalho dos diretores Scot McFadyen e Sam Dunn, que já haviam trabalhado com a banda em Rush: Beyond The Lighted Stage. Maravilhoso o jogo de câmeras e imagens. Certamente o melhor DVD da banda neste quesito.

Vale ressaltar também a satisfação em ver o quase sempre sisudo Neil Peart a cada dia mais brincalhão e sorridente.

E para finalizar, sobre o show no Rio de Janeiro, saí de alma lavada e pronto para morrer feliz após ver Subdivisions e With Hunt ao vivo. Mágico!

Enfim, comprem e se divirtam. Muitas vezes.

Grande abraço a todos e "all the world's indeed a stage and we are merely players".

Filipe.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Dica de final de ano: O amigo oculto LADRÃO

Olá, pessoal!

Mais um final de ano chegando e com ele todas as festividades tradicionais. Além do Natal e do Dia da Confraternização Universal, conhecido da maioria como Reveillon ou simplesmente Ano Novo, temos ainda aqueles inúmeros encontros, quase sempre regados a muita cerveja, com velhos e novos amigos.

De costume, aproveitamos essas festividades para trocar presentes no tradicional "Amigo Oculto" ou "Amigo Secreto", dependendo da região do país.

O amigo oculto tradicional é simplesmente o sorteio sigiloso de uma pessoa, a compra de um presente, escolhido ou não pelo sorteado, e a entrega em um desses encontros.

O que a maioria não conhece é uma versão, muito mais divertida, da brincadeira. Chama-se AMIGO OCULTO LADRÃO.

Ontem mesmo participei de um e, é claro, além dos presentes, fomos brindados com boas risadas.

A regra é simples:

  1. Não existe sorteio sigiloso de um amigo previamente;
  2. Todos os participantes compram presentes que poderão servir a qualquer um dos outros na mesa;
  3. Os presentes são colocados todos na mesa;
  4. Todos sorteiam números de 1 até X, sendo X o número de participantes;
  5. O sujeito que sorteou o número 1 começa a brincadeira escolhendo um dos presentes na mesa;
  6. Ele tem direito a ficar com esse ou trocar, apenas uma vez, por outro presente na mesa;
  7. Do segundo jogador em diante, pode-se escolher um presente da mesa ou roubar o de alguém;
  8. Cada jogador tem o direito a escolher na mesa apenas uma vez, a roubar de alguém apenas uma vez e a ser roubado, também, apenas uma vez;
  9. Um detalhe importante, se você tem um presente nas mãos e este não foi roubado, isso quer dizer que esse será seu presente. Você não terá direito a escolher outro na mesa ou roubar de alguém. Em outras palavras, o jogo acabou para você;
  10.  A brincadeira termina quando todos estiverem na situação da etapa 9.
Já dei a sorte de conseguir bons presentes, inclusive o CD Beatles - Magical Mystery Tour ontem à noite, mas conheço gente que levou um abridor de coco para casa. (risos)

Enfim, essa é minha dica de final de ano. Principalmente se você tiver amigos loucos e engraçados como os meus.

Grande abraço e boas festas a todos,

Filipe.

sábado, 19 de novembro de 2011

SWU 2011

Olá, pessoal!

Neste feriado prolongado da Proclamação da República, o assunto mais comentado foi o festival de música SWU que aconteceu na cidade de Paulínia, interior de São Paulo. A sigla que quer dizer Starts With You - começa com você - foi idealizada por Eduardo Fischer, que começou uma campanha a favor da sustentabilidade. Da concepção de que pequenas mudanças em nossos comportamentos diários geram efeito positivo na forma de tratar e cuidar do mundo. De qualquer forma, discurso politicamente correto a parte, o que chama atenção no festival é realmente a música. E como essa edição caprichou, este carioca amante do velho e bem rock and roll fez suas malas e embarcou para lá!

Assisti do hotel, em Piracicaba (não consegui vagas em Paulínia, Americana, Sumaré ou Campinas) o primeiro dia do festival. Chamou-me a atenção o animado show de Marcelo D2 que com várias participações especiais, e muita desenvoltura, misturou canções de sua carreira solo com outras de sua antiga banda, o Planet Hemp. Aliás, sejamos a favor ou contra suas opiniões, somos obrigados a reconhecer que D2 é um cara corajoso ao anunciar "os maconheiros mais famosos do Brasil, Planet Hemp".

Em seguida, Damian Marley, filho do HOMEM, fez um bom show, porém com pouco de sua carreira e muito da de seu pai. Apelou!

Snoop Dogg com seu jeito cínico e depravado colocou a galera pra dançar e cantar ao som de diversos hits.

Não assisti ao show do rapper Kanye West, mas ouvi de muitos que foi o show mais profissional da noite.

E me desculpem os fãs, mas o tão aguardado Black Eyed Peas, apesar de super profissional, é uma máquina fria e tediosa de hits insossos. Conseguiu a proeza de nem aos fãs animar realmente. Pelo menos, foi essa a minha impressão por trás das lentes da televisão.

No segundo dia, 13/11/2011, a coisa já melhorou bastante. Cheguei cedo à cidade de Paulínia, antes mesmo da abertura dos portões, para ver de perto um de meus ídolos da adolescência: Peter Gabriel. Esperava ter visto o velho na antiga forma, colocando a galera para cantar e dançar, mas o show foi todo suave acompanhado da The New Blood Orchestra recheada de músicos ingleses e brasileiros. Animação a parte, Peter Gabriel foi muito carismático e deu um belo show! Pelo menos para esse antigo fã.

Antes dele, nos divertimos ao som de Duran Duran. Sentimos falta de alguns clássicos como Violence of Summer, Save a Prayer ou A Matter of Feeling, mas pulamos e dançamos ao som de A View To a Kill, Hungry Like The Wolf, Notorious, Come Undone, Ordinary World, entre outras. Não sei se vale o comentário, mas o Duran Duran tem o mérito de produzir som dito "gay" e ser aceito e cantado por muito marmanjo machista.

A mais aguardada banda da noite, Lynyrd Skynyrd, deu um show curto, porém muito direto. Trouxe na bagagem seus maiores hits como Simple Man, What's Your Name?, Free Bird e, é claro, Sweet Home Alabama que colocou todo mundo pra dançar. Rock and roll clássico e visceral. Excelente!

Outras atrações da noite deram conta do recado: Ultraje a Rigor, Chris Cornell e a Tedeschi Trucks Band. Essa última, com seu blues cheio de improvisações, chamou a atenção pela técnica e gosto afinados.

Após uma pequena maratona na madrugada, consegui chegar ao hotel por volta de 7h30min da manhã, para tomar um bom banho, encarar um café da manhã regado, tirar uma breve soneca e voltar para Paulínia.

Após o descanso, cheguei na Arena SWU por volta de 16h20min e, por isso, perdi os shows de Raimundos, Black Rebel Motorcycle Club e Loaded. Peguei o pesadíssimo show do Down desde o começo. Vejam vocês, já conhecia a banda de nome e logotipo, mas não sabia que pertencia ao eterno PanterA, Phil Anselmo. Bati muita cabeça! Brutal!

Em seguida, meio fora de contexto, a banda 311 entrou em cena. Uma meia dúzia de patricinhas curtiram! Somente!

Já com o sol se pondo, os veteranos do Sonic Youth, que nada mais têm de jovens, começaram seu hora divertido hora entendiante espetáculo de microfonias e distorções. Nunca curti muito esse tipo de som, mas não nego que fiquei interessado no show.

Sonic Youth valeu como esquenta para a sequência que viria. Nos meus 35 anos de vida, e pelo menos, 25 de rock and roll, nunca havia testemunhado uma série tão colossal de shows. Enquanto a chuva lavava os corpos, Primus, Megadeth, Stone Temple Pilots, Alice in Chains e Faith No More lavavam as almas de toda aquela gente. Incluindo a minha!

A trilha sonora de minha adolescência, que de certa forma perdurou por minha vida adulta, me fez pular e cantar como o mesmo moleque cheio de energia de 20 anos atrás. John The Fisherman, Jerry Was a Race Car Driver, Holy Wars, Symphony of Destruction, Plush, Wicked Garden, Man In The Box, Would?, Epic, Easy, entre muitas outras, foi a mais incrível sucessão de hits que presenciei em toda minha vida de shows. E possivelmente para a maioria daqueles que me acompanhavam e rodeavam. Inesquecível!

Valem quatro notas: Mike Patton é uma das maiores figuras do rock e estava impagável de Zé Pilintra e cantando em português; Dave Mustaine não possui mais voz, mas a banda continua perfeita; Les Claypol impressiona com seu jeito torto e virtuoso de tocar baixo; Jerry Cantrell é um dos compositores e guitarristas mais talentosos e menos reconhecidos da geração grunge.

Enfim, que venha o SWU 2012.

Grande abraço a todos e "that's why I'm easy Oh Oh Oh Oh..."

Filipe.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Pearl Jam - Twenty Tour - Rio de Janeiro - 6/11/2011

Olá, pessoal!

Sou daquela geração nascida na segunda metade da década de 1970 e que, desta forma, entrou na década de 1990 com aproximadamente 14 ou 15 anos. E como quase todo moleque dessa época, vi surgir uma turma a quem creditaram a salvação do rock and roll, a turma de Seattle. Nirvana, Pearl Jam, Soundgarden, Alice in Chais, entre outros, foram a trilha sonora e o primeiro contato com o rock de muita gente naquela época. De muita gente, porém não o meu, que já era fã de bandas como Rush, Iron Maiden, Genesis, Yes, Metallica, etc. Eu passeava entre o heavy metal e o progressivo com paixão e, talvez por isso, só tenha dado mais atenção ao Alice in Chains, talvez a "menos punk" da reconhecida geração grunge.


Mas nada como tempo, maturidade e um grande show para nossas impressões mudarem. E foi o que aconteceu ontem à noite, um show fantástico do Pearl Jam que está em turnê comemorando 20 anos de carreira.

Com um pequeno atraso, a banda entraria no palco com a bonita e calma Unthought Know. Seguida de outras canções menos conhecidas do grande público: Last Exit, BloodCorduray.

O show prosseguia interessante e correto, mas foi com Given To Fly que a audiência começou a empolgar. Bela canção.

Após duas menos conhecidas, a banda finalmente lançou a primeira dobradinha de hits da noite: Even Flow e Daughter. Essas duas cantadas a plenos pulmões por toda Apoteose.

Já quente, o público pulou ao som da animada Habit e vibrou ao som da linda e conhecida balada Immortality.

A dobradinha The Fixer e Got Some fez mais uma vez a Apoteose pular. Mas foram a balada Elderly Woman Behind The Counter in a Small Town e a forte Why Go que fizeram novamente a galera cantar junto com a banda. Rearviewmirror encerraria de forma animada o setlist principal.

Após pequena pausa, a banda voltaria para seu primeiro bis. De forma calma, Just Breathe e Come Back começaram o bis que logo se tornaria animado com I Believe in Miracles, cover dos Ramones.

A essa altura, a banda liderada pelo carismático Eddie Vedder já tinha o público nas mãos. Mas foi com Do The Evolution e Jeremy que o povo realmente delirou. Esta última, uma de minhas canções favoritas de toda geração grunge.

A banda mais uma vez saiu do palco, mas o público carioca em uníssono solfejava ainda os acordes finais de Jeremy. Emocionante!

Após breve pausa, a banda voltaria para o segundo e último bis. E voltou de forma sensacional. Mother, canção do Pink Floyd que a banda havia apresentado recentemente em um concerto com o gênio Roger Waters, fez muito marmanjo chorar.

A bonita e calma balada Better Man veio para preparar o público para o que seria o ponto alto da noite, a sequência de hits finais: Black, Alive e Rockin' in the Free World, cover de Neil Young. Todas as três cantadas com força pelo enlouquecido e caloroso público da Cidade Maravilhosa.

Achávamos que o show havia terminado, mas ainda fomos presenteados com mais duas canções: Indifference e Yellowledbter. Todas as duas sem muita força, porém muito bem recebidas, já que nessa altura da noite, tudo era festa.

Por volta de 23h, de forma simpática, a banda se despediu, e voltei para casa de alma lavada, satisfeito com o espetáculo, mais interessado pela banda, e com a incrível sensação que por mais que tentem, o rock nunca vai morrer.

Grande abraço a todos e "oh dark grin, he can't help, when he's happy looks insane, ok yeah"

Filipe.

sábado, 5 de novembro de 2011

The Wolftrap Blend 2009

Olá, pessoal!

Em casa, com a costela lesionada e de repouso para curtir o show do Pearl Jam amanhã na Apoteose, resolvi colocar a discografia da banda em dia e aproveitei para experimentar finalmente um dos sul-africanos que guardo comigo há algum tempo. Estou falando do blend The Wolftrap Blend 2009 da Boekenhoutskloof, uma das mais premiadas e competentes vinícolas da África do Sul.


Com um corte de Syrah (65%), Cinsault (19%), Mourvèdre (11%), Viognier (5%), possui cor rubi, sendo elegante e com alguma madeira. Bem frutado.

Como descrito no rótulo, "é um bled apimentado e aromático, envelhecido em carvalho francês".

De graduação alcoólica em 14,5%, recomenda-se servir entre 16 e 18ºC.

Enfim, como dito pelo próprio fabricante, um vinho despretensioso, porém com excelente custo/benefício. Perfeito para minha calma noite de sábado de repouso e rock and roll.

Grande abraço a todos, saúde, amanhã tem mais, "but I'm glad we talked...".

Filipe.